domingo, 10 de junho de 2012


...e ela não era a mais bonita, mas era quem embelezava seu mundo. Não era a mais simpática, mas era que dava cores à sua vida. Não era a mais inteligente, mas era quem dava asas à sua imaginação.... Ela só era sua. Totalmente sua. Ela dizia que nunca teria um dono, e na verdade nem buscava um. Dizia-se livre, queria conhecer novos mundos, novas pessoas, novas ideias... mas era nos seus braços que ela buscava o abrigo, a segurança, o amor... Quanto tempo depois de perdê-la é que você foi dar-se conta disso?

Talvez aqueles "eu te amo", quase que sussurrados, não fossem assim tão falsos quanto você julgava ser...

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